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Blod do CEO da empresa Única Seguros




29/08
2012
   O que eu posso perder?


Essa é a pergunta do momento, principalmente para aqueles que sabem administrar muito bem o patrimônio conquistado. Existem coisas que você pode, mas existem outras que você definitivamente não pode perder.

A vida, o nosso patrimônio mais valioso, não é um bem eterno, mas uma boa administração e um apoio profissional podem prolongar e valorizar a sua duração. O patrimônio da vida não deve ser entendido apenas na forma restrita do período da nossa existência, mas sim na experimentação de prazeres e emoções no maior volume, na maior intensidade e pelo mais longo tempo que for possível. Aí sim, e quando chegarmos ao indesejado final do processo, e que vamos poder avaliar se fomos ou não verdadeiramente ricos. Para isso, e fundamental que saibamos que emoções e que prazeres estamos buscando. Não dá para haver eficácia na busca do nada, e deixar a vida me levar só combina mesmo com a boa musica do Zeca Pagodinho.

Você foi rico se a sua vida te permitiu desfrutar do melhor que você dela esperava. Mas, você foi e poderá estar sendo, extremamente pobre, se tudo que' você desfrutou, ou tem desfrutado, esta resumido num acumulo de estresse, que vem consumindo sua saúde; num acumulo de frustrações, que vem apagando a chama da sua motivação num acumulo de angustias, que não tem deixado espaço para qualquer forma de prazer e num isolamento que vem fazendo você pensar ate se vale a pena continuar.

A competitividade da vida esta na sua velocidade, mas, como ocorrem nas também velozes corridas de Formula 1, ela também permite os pit-stops para corrigir imperfeições e para que possamos assim retomar a trajetória de forma mais segura e com mais chances de chegar bem no final. Para isso, os pitstops tem que ser planejados e devemos contar neles com o melhor em termos de informações e especialistas para nos assessorar da maneira mais precisa, objetiva e oportuna possível. Só assim poderemos corrigir adequadamente as nossas imperfeições, e termos tempo suficiente para recuperar aquele que foi perdido, e ainda conquistar a melhor classificação final.

a complicado da vida e que ela, ao contrario das superproduções cinematográficas, não nos permite retocar as cenas passadas e assim recuperar a nossa imagem; não permite os replays para revermos melhor os nossos erros e não permite os remakes, que viabilizariam adaptações qualificativas na próxima edição. Na vida tudo é ao vivo, mas podemos, sim, estabelecer um modelo para a próxima cena e planejar a gravação para que ela ocorra com a perfeição esperada, tão perfeita que nem o maior dos críticos possa encontrar motivos para propor retoques. É nessa perfeição que vamos encontrar o verdadeiro DNA da felicidade, e felicidade e a única forma de riqueza que realmente vale a pena.

Quando você constrói uma empresa, ou mesmo conquista um bom cargo para dirigir essa empresa, ou pelo menos uma área dela, você conquistou de fato um meio para atingir o seu principal ideal, o ideal da felicidade em que chegamos nos parágrafos anteriores. Embora não seja comum, também não é nenhum pecado que você entenda nesse meio, a empresa ou o cargo, como sendo o próprio ideal de felicidade que você projetou para sua vida. Evitar que riscos inesperados diminuam, ou ate anulem a capacidade que ele tem de ajuda-lo na consolidação dos seus ideais, deve ser a sua prioridade gerencial cotidiana.

Quanto maior o elenco dos riscos e vulnerabilidades patrimoniais identificados, analisados, avaliados e tratados, mais fácil será a sua missão gerencial de preserva-lo. O elenco de riscos não deve ficar restrito a existência física do seu patrimônio, mas também aos compromissos, obrigações e responsabilidades implícitas nas operações que com ele serão desempenhadas para gerar os resultados econômicos dele esperado.

Dessa forma, além de estar absolutamente consciente preparado e previdente para os riscos de incêndio, explosão ou danos elétricos nos prédios, por exemplo, sua missão preventiva não acaba aí, você deve conhecer também os riscos nas operações; na logística de suprimento e de distribuição dos seus produtos; nas responsabilidades geradas pela utilização desses produtos; no reingresso dos recursos externados na forma de créditos; nas pessoas que colaboram em todo o processo; no ambiente; etc. Não basta identificar apenas os riscos, e preciso avalia-los e definir a politica de tratamento ideal para cada um deles.

Avaliar um risco e descobrir o potencial que ele tem de provocar perdas sempre que ocorrer um sinistro. Quanto ao grau de perdas ou danos, ele pode ser classificado como um risco indolente (baixa frequência e pequeno potencial de perda), grave (alta frequência com baixo potencial de perda), gravíssimo (baixa frequência com alto potencial de perda) e finalmente catastrófico (alta frequência e alto potencial de perda).

Conhecida essa avaliação, o passo seguinte esta na definição do tipo de tratamento ideal para cada um dos riscos avaliados: Reduzir, Minimizar, Eliminar ou Transferir (com terceirização das operações ou com a contratação de seguros).

Esta claro que, a não ser que você tenha a onipotência e a onipresença dos deuses, não da para fazer tudo isso sozinho, não com a qualidade e a pontualidade necessárias. Assim sendo, e como num pit-stop de uma corrida de automóveis, você deve contar com especialistas a postos e preparados para assessora-lo de forma rápida e eficaz. Sem esquecer que a consciência plena e a aprovação previa de cada medida corretiva são prerrogativas indelegáveis do piloto.

Se você sabe muito bem o que esta buscando, mas, assim como numa vida mal direcionada, o máximo que você vem colhendo da sua empresa, ou do seu emprego, são surpresas desagradáveis, estresses exagerados, angustias repetitivas, desilusões frequentes e desencantos irreversíveis, convém buscar ajuda profissional. Existem profissionais autônomos e ate mesmo empresas especializadas em atividades dessa natureza, que podem assessora-lo, ou mesmo conduzir com alta competência projetos como esse.

Algumas corretoras de seguros têm sido bastante eficazes na estruturação de modelos específicos de Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR) para seus clientes. Esses PGR's, quando entendidos, assimilados e implementados constituem-se em diferenciais extremamente importantes, que devem ser considerados na avaliação e escolha da sua corretora. Algumas dessas corretoras estão preparadas para fornecer esse tipo de serviço de forma isolada, ou seja, sem a vinculação a corretagem dos seguros. Essa pode ser a alternativa para empresas comprometidas com outras corretoras em função das suas relações bancarias, condição de multinacional, vínculos culturais, etc.

O caminho menos adequado para o gestor do patrimônio é o de confiar simplesmente nas avaliações que as seguradoras fazem para as plantas ou riscos dos seguros que contrata. Normalmente, essas avaliações tem o caráter exclusivamente tarifário e buscam, nas vistorias que fazem, o melhor embasamento para aplicação das maiores taxas possíveis nos riscos por elas assumidos. São também restritas as observações e analises que elas executam, e os resultados ficam sempre muito longe da amplitude de analise minimamente exigida pelas áreas e operações da empresa. Assim como nas corridas, onde e fundamental poder contar com uma boa equipe e um bom plano de temporada, também na vida essas ferramentas são fundamentais para assegurar a vitória. E também como nos filmes, um bom roteiro e uma boa direção são garantias de sucesso na vida. Ter sucesso na vida e chegar onde queremos, perdendo somente aquilo que podemos suportar.



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