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Blod do CEO da empresa Única Seguros




05/06
2012
   Gerenciando o Risco Saúde e suas Consequências.


O gerenciamento de riscos mais eficaz para proteger esse importante patrimônio é aquele que está lastreado na identificação oportuna e na prática disciplinada das formas mais correta de se viver com qualidade.

Esse gerenciamento nem sempre exige investimentos econômicos ou sofrimentos na sua implementação e, na maioria das vezes em que é levado a sério, torna mais prazeroso o processo de viver e pode até permitir ganhos ou economias significativas de ordem financeira ou econômica.

Não nos custa nada, por exemplo, a disciplina de exercícios físicos rotineiros, ainda que nos limitemos a uma simples caminhada a cada dia, e o nosso corpo certamente vai agradecer muito por isso. Nos educar para nos alimentar com ingestão seletiva e pontual de nutrientes qualificados, e somente quando temos fome, abandonando o hábito de comer muito e de tudo aquilo que encontramos, vai custar muito menos aos nossos bolsos e vai qualificar muito mais a nossa saúde. A fixação de metas mais realistas para nossas vidas vai reduzir significativamente a ansiedade das conquistas e as angústias das frustrações.

Entender os seres humanos com quem temos que conviver, e aceitar que eles tem virtudes e defeitos, nos ajuda na busca da potencialização ótima do resultado dessa equação (defeitos X virtudes) nos nossos relacionamentos interpessoais. Isso também pode ser uma eficiente fonte de serenidade, na medida em que o domínio desse conceito pode contribuir para minimizar os estresses que geram e que tanto perturbam o nosso cotidiano, minando gradativamente a resistência da nossa saúde. Aliás, é justamente nos relacionamentos interpessoais que encontramos a maior fonte dos nossos estresses cotidianos.

A maioria dos seres humanos não tem a consciência mínima da importância desse patrimônio que é a saúde, e a desperdiçam de forma irracional nas fases iniciais de suas vidas, conquistando, assim, uma qualidade de vida pouco invejável e uma velhice complicada e cara. Felizmente, principalmente entre os seres humanos mais felizes, existem pessoas que tratam desse patrimônio como se ele fosse o único que realmente vale a pena.

Ainda que tenhamos um bom gerenciamento de riscos da nossa saúde, isso não é garantia de estarmos imunes aos infortúnios que cercam nossas vidas, e que atentam continuamente contra a qualidade da nossa saúde. Entre esses agentes nocivos estão as epidemias; as doenças graves; os acidentes urbanos (transito e violência); estresses; depressão etc. Todos futuros incertos e capazes de produzir perdas econômicas, condição que caracteriza um risco como segurável.

Dá para imaginar quanto de recursos financeiros teríamos que dispor para a eventualidade de termos que administrar um processo de recuperação da saúde perdida em função de um desses fatores. Quando pensamos que uma tragédia dessas pode acontecer com qualquer um, inclusive com pessoas que tanto amamos, como a um filho por exemplo, sabemos que por eles perderíamos todo o dinheiro que temos, o patrimônio que acumulamos e até os recursos de terceiros (Bancos principalmente) num processo de endividamento de difícil reversão.

Contratar um seguro dessa natureza é garantir a preservação das conquistas econômicas acumuladas, mas requer um mínimo de conhecimento técnico e a dedicação de um bom tempo à identificação, análise, negociação, contratação e administração da melhor e mais adequada alternativa de mercado. Essa alternativa deve potencializar o melhor e mais amplo benefício possível para os recursos que poderemos disponibilizar nessa contratação.

Existem várias alternativas para contratação dessa proteção. Essas alternativas começam com os seguros de saúde, passam pelas cooperativas médicas, pelos planos de saúde, pelos convênios hospitalares, pelas administradoras de rede etc. Embora todos pareçam a mesma coisa para um leigo, elas tem características personalíssimas e que as diferenciam, e muito, quanto a



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