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Blod da empresa Única Seguros




13/11
2013
   Riscos Cibernéticos - cresce a procura por apólice de seguros para esses riscos.


RISCOS: Risco cibernético deixou de ser uma preocupação de empresas de comércio eletrônico ou grandes empresas de dados, agora sem dúvida uma preocupação para praticamente todas as empresas no mundo, pois afeta a qualquer empresa que tenha armazenamento dados pessoais e/ou utiliza redes de computadores. Todas essas empresas são ameaçada por ataques de hackers, violações de dados e tempo de inatividade da rede.

CUSTOS: De acordo com o Fórum Econômico mundial de 2012 , os crimes cibernéticos custaram às empresas, ao redor do mundo, um total de $ 388 bilhões. E mesmo assim, por conta das constantes mudanças tecnológicas, mudanças legais, e a constante evolução dessas variáveis, ainda é difícil enxergar esse cenário com precisão estática. Por isso os produtos de Cyber Seguros, estão cada dia mais flexíveis o que o torna a maior ferramenta contra danos financeiros que esse tipo de risco impõe. Apesar te termos hoje poucas seguradoras especializadas nesse risco, o produto já é bem mais abrangente comparado ao seu lançamento, há cerca de um ano atrás (aqui no Brasil). Esse estudo mostrou também que mais de 72% das violações de dados cibernéticos no mundo, ocorrem em pequenas e médias empresas.

Procura por proteção contra ataques virtuais surpreende:

Caio Zinet - SÃO PAULO

A procura por seguro contra ataques cibernéticos está mais diversificada do que a projetada incialmente pelas empresas do ramo. Hospitais, data centers e companhias do ramo da telecomunicação estão entre as que mais procuram esse tipo de serviço no Brasil, o que de certa forma surpreendeu as seguradoras.

A AIG, primeira empresa a lançar o produto no Brasil em agosto de 2012, esperava que seus principais clientes fossem bancos e empresas ligadas à indústria de cartões. "Inicialmente nos projetávamos que as instituições financeiras nos procurariam mais do que outros setores para evitar as perdas causadas em fraudes financeiras nas contas de seus clientes", afirmou o coordenador de produtos financeiros da AIG no Brasil, Flávio Sá.

Ainda de acordo com ele, a maioria das empresas hoje trabalha com uma extensa base de dados que precisam ser protegidos contra crimes virtuais. Flávio cita, por exemplo, os hospitais que armazenam resultados de exame e fichas com o histórico médico de todos os seus pacientes. "Se um presidente está com uma doença grave e isso vaza para a imprensa isso pode trazer um prejuízo enorme", afirmou. Ele citou ainda outra hipótese para mostrar os impactos que o vazamento de dados médicos pode causar uma pessoa ou a uma empresa. "Se o presidente de uma grande companhia está com câncer e o mercado descobre, isso pode derrubar as ações da companhia. Como oferecemos proteção contra todo tipo de vazamento de dados alguns hospitais tem nos procurado", afirmou o representante da AIG.

Outra empresa que oferece esse tipo de seguro no Brasil é a Zurich Seguros. O diretor da empresa, Vinícius Jorge, enfatiza que os riscos colocados afetam não só as grandes empresas, mas também as micro, pequenas e médias. "Os riscos nessa área são enormes para empresas e até mesmo para políticos e figuras públicas. Um caso interessante foi o da uma empresa especializada em segurança, que teve seu sistema invadido e gastou mais de R$100 milhões em investimento para impedir novas invasões de seu sistema. A empresa que vende proteção de sistemas, foi invadida. Imagina o quanto as demais companhias não estão vulneráveis?", afirmou. Ele afirmou ainda que o produto foi lançado nos Estados Unidos há dois anos e que cerca de 1 mil empresas já contrataram esse tipo de proteção. Além desse tipo de cobertura, o seguro prevê também o pagamento dos danos contra terceiros. "Quando uma pessoa tem seus dados expostos ela pode processar a empresa que estava em posse dessas informações. Nós também cobrimos esse tipo de dano", afirmou Flávio Sá.

Ainda de acordo com ele, o principal desafio para popularizar o produto no Brasil é mostrar para as empresas que os riscos envolvidos em ataques cibernéticos são grandes e que a justiça está decidindo a favor das pessoas que tem seus dados expostos. "No Brasil a legislação não é clara sobre a responsabilidade civil em caso de vazamento de dados, mas as empresas têm sido responsabilizadas e o problema é que muitas empresas não têm dado a devida atenção a esse fato. Além disso, a cada 20 grupos de hackers do mundo, 19 são brasileiros. Ou seja, os riscos são cada vez maiores", analisou.

A AIG projeta chegar ao final do ano que vem com 50 clientes. "Nós acreditamos bastante no potencial de crescimento desse produto, apesar dele ainda não ter uma procura tão grande como outros que nos oferecemos".

Apólice:

Sobre as exigências e avaliação de riscos, a Zurich trabalha em parceria com outra empresa de tecnologia que fará avaliação dos sistemas daquela que quer ter seu sistema segurado oferecendo soluções e avaliando riscos potenciais. "Para fazer a apólice deste tipo de seguro trabalharemos com o questionário de risco, com o histórico da empresa e realizaremos um mapa dos riscos e vulnerabilidades da empresa", afirmou Vinícius Jorge.

Dessa forma a empresa espera mitigar as chances de sinistros e ajudar os clientes a evoluíram seus sistemas de defesa.



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