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Blod da empresa Única Seguros




25/09
2012
   Sim, nós temos seguros contra crimes na internet: Procure a ÚNICA e saiba mais!


No mundo inteiro, as empresas estão sob a ameaça de fraudes internas e externas Segundo dados da Symantec, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial em atividades maliciosas no mundo cibernético e a quinta posição em relação a crimes de envios de spam e ataques de phishing, ou seja, tentativas de obter informações pessoais de usuários. Para se ter uma ideia, em junho deste ano o País registrou a marca de 82,4 milhões de usuários da internet. Muitas empresas creem que estão protegidas. Porém, segundo Lucas Storecci, gerente de Financial Lines da Chartis, as perdas com violação de dados podem gerar consequências que, ao extremo, podem acarretar até na falência da empresa. "Muitas ainda não se dão conta do problema e prejuízos que esses ataques podem causar e qualquer organização que detenha dados de clientes, realiza transações ou se promovem via internet está em risco", alerta. Exatamente com o foco de oferecer uma proteção contra riscos cibernéticos foi que a Chartis lançou o seguro Cyber Edge®, um seguro de Responsabilidade Civil que oferece coberturas de responsabilidade de dados, segurança de rede, obrigações administrativa, interrupção de rede, lucro cessante, extorsão virtual e custos de defesa civil e criminal, além de consultoria de risco para que o problema seja resolvido rapidamente e os danos minimizados. A análise do risco para a subscrição da apólice, explica Storecci, será feita a partir de um questionário, "as perguntas não são complexas e abrangem informações sobre um panorama geral da empresa, política de proteção adotada e se há terceirização dos dados armazenados, por exemplo."

Orientação:

Primeiramente lançado nos Estados Unidos e na Europa, Javier Mercado, vice-presidente Regional de Financial Lines da Chartis, explica que o seguro Cyber Edge® veio para suprir uma necessidade global. "Ele é o mesmo em qualquer local do mundo e foi desenvolvido para atender a uma demanda dos clientes por conta de várias solicitações. Mesmo que as empresas tenham uma política de 100% proteção, isso não impede que os ataques aconteçam", destaca.

Riscos: No Brasil não existe uma legislação clara e objetiva em relação a crimes eletrônicos. O que há e tramita na Câmara dos Deputados é um Projeto de Lei, o PL 2793/11, que prevê a criação de leis específicas, incluindo penalizações  por crimes cometidos a partir de fraudes pela internet. Na avaliação de Rinaldo Bellizario, da Delegacia de Fraudes Financeiras e Econômicas por Meios Eletrônicos da Polícia Federal, o seguro vem para preencher uma lacuna. "Não é difícil falar de seguro virtual, porque você está falando de uma realidade. Creio que o seguro irá reduzir as estatísticas à medida que o corretor fará um trabalho de consultoria de otimização e mitigação do risco." Leandro Augusto, diretor da Área de Performance & Technology da KPMG, alerta que os hackers estão cada vez mais organizados, mais dirigidos e mais discretos. "Eles exploram novas tecnologias e sabem o que será lançado com um bom prazo de antecedência. Os ataques estão altamente sofisticados e os impactos são diretos para os negócios." Augusto conta ainda que os ataques vem aumentando. "A cada um minuto e meio, uma página na internet é infectada. É preciso criar mecanismos de proteção e se proteger com um seguro, mesmo que as empresas imaginem que não estão sujeitas a crimes eletrônicos."

A realidade em números

- No ano passado, segundo a Symantec, aumentou em 81% o número de ataques de hackers na América Latina, totalizando 5,5 milhões;

- De acordo com um estudo da Accenture do ano passado, quando a fonte da fraude são funcionários desonestos, 70% levam as informações à empresas concorrentes, 23% utilizam as informações para competir com o negócio do ex-empregador e 1% vendem informações. O estudo contou com a participação de 1.500 empresas em 19 países;

- Empresas que sofrem falhas de segurança têm uma queda média de 5% no valor de suas ações, além da perda de confiança dos acionistas

FONTE: Revista Apólice



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